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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Harper’s Island: O Mistério da Ilha


Um grupo de amigos e familiares passam uma semana na Ilha de Harper, para o casamento de Henry Dunn e Trish Wellington. Onde sete anos antes, um serial killer, chamado John Wakefield matou seis pessoas.

            Abby Mills, perdeu a mãe entre os que foram mortos pelo Wakefield. Pouco depois de os convidados estarem bem acomodados no hotel da ilha, estranhas coisas começam a acontecer. Pessoas começam a desaparecer.

            A série conta com apenas uma temporada e é composta por 13 episódios que nos prende com muito suspense e mistério.

            O pai de Abby, o xerife Charlie Mills, diz ter matado o suposto John Wakefield. Mas ao longo da trama algumas evidências começam a surgir e leva os personagens a crer que ele pode ter matado a pessoa errada. Ou que talvez haja um possível seguidor do Wakefield.

            Abby nunca se esqueceu dos motivos que a fizeram ir embora da ilha e com isso a trágica imagem das mortes permanecem vivas em sua memória. Quando retornou a ilha para o casamento de seus amigos, as lembranças retornaram com mais força.

            Tudo com uma boa história; o casamento, despedida de solteiro, um pouco de farra, romance, drama. A série conta com um pouco de tudo, não é apenas morte, sangue para todos os lados, tripas e um desfecho qualquer. Tudo foi bem elaborado e nos prende do início ao fim.


            Direção: A série conta com um time diretores de séries muito conhecidas; Scott Peters (O Exterminador do Futuro – Crônicas de Sarah Connor), Guy Norman, (Fastlande – Vivendo no Limite), James Whitmore Jr. (Quantico), Jon Turteltaub (A Última Viagem a Vegas), Rick Bota (Hellraiser 8 – O Mundo do Inferno), Sanford Bookstaver (Bones), Seith Mann (The Walkind Dead), Steve Boyum (Sobrenatural), Steve Gomer (Everwood – Uma Segunda Chance), Craig Baxley (Kingdom Hospital, Rose Red – A Casa Adormecida). 

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Resenha: Depois de Você – Jojo Moyes


Louisa Clark, ganhou de Will alguns conselhos para que seguisse com a vida e a aproveitasse. Antes de sua morte, Will, preparou uma carta para que ela a recebesse logo depois que ele partisse. Louisa recebeu uma quantia de dinheiro para que desse alguns passos em sua vida.

            Louisa, fez algumas viagens, alugou apartamento, comprou um apartamento, mas após algum tempo em suas aventuras sentiu que aquilo que estava fazendo, não a completava. Sentia-se como se fosse outra pessoa, que não era a Lou que todos conheciam e amavam.

            Comprou um apartamento e arrumou um emprego em um pequeno bar no aeroporto. Não era o emprego dos sonhos, mas era onde trabalhava e ganhava para se sustentar. Em uma bela noite após sair do serviço, foi para casa beber vinho. Subiu no alto do prédio onde residia e ficou andando na beirada, alguém apareceu ali e ela se assustou e caiu do prédio.

            “Enfim, da próxima vez que você quiser aulas de voo, podemos ir para a pista de aviação, pode ser? Pular e bater os braços obviamente não está funcionando para você.”

            Quem aparecera naquela noite era nada menos que a filha de seu ex-companheiro, Will Traynor. A informação é um choque, caros leitores, mas ao longo do livro tudo é explicado como aconteceu e como não ficamos sabendo de Lily.

            Os pais de Louisa também passam por um período de mudanças. Lou entra para um grupo de luto chamado “Seguindo em Frente”, onde ouve histórias de pessoas que também sofreram perdas e ainda não se recuperaram.

            Sam, o enfermeiro que socorre Louisa após a queda do prédio, começa a se encontrar com ela, tornam-se amigos. A Lily, é uma pessoa completamente oposta à Louisa; ela tem apenas 16 anos, bebe, fuma, da festas, é expulsa de casas, expulsa das escolas que entra, enfim, tem um comportamento totalmente estranho, comparado ao de Louisa.

            Lou abrigou a garota após saber ser filha de Will, e após saber que ela foi expulsa de casa e que não tinha para onde ir. Muita coisa acontece com Lily, muita coisa errada.
           
“Os adolescentes são apavorantes. ”

            
            O livro é a continuação de Como eu era Antes de Você, da Jojo Moyes, muitos leitores ficaram com um certo receio de a autora estragar o clima neste segundo livro. Mas o que ela fez foi mostrar que a vida precisa continuar. Mesmo como seus pequenos problemas, Louisa encara a vida com sorrisos e um pouco de sofrimento. Ela ajuda quem precisa, tenta se ajudar, causa confusões, corre riscos, enfim no livro tem de tudo. E no fim o que vemos é que as coisas podem sempre dar certo. De uma maneira ou de outra. 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Resenha: Me Chama de Bruna


A série é baseada no filme Bruna Surfistinha que teve como protagonista a atriz Debora Secco, e também no livro “O Doce Veneno do Escorpião: o Diário de uma Garota de Programa”; ambos contam a história da garota de programa que fez inúmeros programas para ganhar a vida. A série explora mais a fundo a prostituição que no filme dirigido por Marcus Baldini não conta.
                A série começa contando a vida de Raquel Pacheco (Maria Bopp), desde quando ela saiu de casa e foi a procura de um serviço e deu “de cara” com o prostíbulo da Stella, (Carla Ribas), onde ficou hospedada e fazia seus programas. Por ser nova na área encantou e conquistou muitos clientes.
                Ao longo da trama conhecemos Mônica, (Luciana Paes), Jéssica, (Nash Laila), e Gisele (Marina Provenzzano), que trabalham para Stella. Nós, como telespectadores, somos apresentados a uma série de problemas que nos faz refletir o que a série quer dizer. Do filhinho debaixo da asa da mãe e que apronta até o momento em que os clientes batem nas garotas. Há nudez frontal à vontade das atrizes, principalmente da Bruna.

                Com direção de Marcus Baldini e Roberto Berliner, a série foi exibida na Fox. Até o momento só há 1 temporada e conta com 8 episódios. A trilha sonora de abertura fica por conta de Simone Mazzer com a música “Dei um Beijo na Boca do Medo”.  

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Resenha: Cell (Celular)


Celular, é um filme baseado no livro de mesmo nome escrito por Stephen King. O longa conta um apocalipse celular. As pessoas estão em um dia absolutamente normal dentro de um grande aeroporto, filas imensas e como distração mexem no celular, outras trabalham, outras comunicam-se com suas famílias e de repente começam a espumar pela boca, caem no chão e como um surto de raiva começam a correr por todos os lados se batendo nas paredes, atacando outras pessoas e emitindo um som estranho.
            É assim que Cell começa. Clay é um pai divorciado que fica desesperado quando se vê diante de um enorme desafio que é atravessar o Estado para chegar em seu filho e salvar sua vida destes “zumbis”. No meio do caminho ele conhece Tom McCourt e Alice Maxwell que juntos seguem para um bar chamado Kashwak=No-Fo. No bar são acolhidos por algumas pessoas. Mas ao longo dos avanços que fazendo viajando de uma cidade para outra, os zumbis estão ficando cada vez mais avançados deixando de precisar de torres de celular para se manterem “ativos”.
            Quando Clay chega onde era a casa de sua ex-mulher não há ninguém. Apenas uma mensagem na geladeira escrita com imãs dizendo que foram para Kashwak. Após ter feito novos amigos em uma floresta, Clay informa a Tom, Denise e ao garoto que agora os acompanha que irá sozinho para Kashwak. Tom diz ser perigoso, mas sem dar ouvidos, Clay segue seu caminho e vai para Kashwak com um caminhão de sorvetes com os freezers recheados de C4.

            O roteiro do filme foi escrito por Adam Alleca e Stephen King, a direção do longa é de Tod Williams, (diretor de Atividade Paranormal 2). 

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Resenha: O Zen e a Arte da Escrita – Ray Bradbury


Ray Bradbury nos conta nesse livro um pouco de sua vida e sua obra. Confundindo, em alguns momentos, o leitor dizendo A sendo C e não B. O livro é como um ensaio sobre ser escritor com dicas de quando ele escreveu alguns de seus contos e romances. Três palavras segundo ele e segundo a arte zen-budista:

A primeira é TRABALHO, a segunda RELAXAMENTO, e por fim NÃO PENSE! Segundo o autor, não importa a ordem. O que importa é escrever, sendo o trabalho a primeira tarefa. Desde que exerça esse trabalho com amor e por prazer.

Bradbury também fala a respeito dos erros de muitos escritores desejarem dinheiro e fama antes mesmo de ter produzido algo. No livro “Sobre a Escrita”, Stephen King fala sobre a imitação de seus autores favoritos, Bradbury diz o mesmo e que a imitação é necessária para a preparação do autor, porém há um limite entre a imitação natural e a imitação excedente que impede o autor de se tornar realmente criativo.

“Não devemos desprezar o trabalho nem as quarenta e cinco das cinquenta e duas histórias em seu primeiro ano como fracasso. O fracasso é desistir. Você está em meio a um processo dinâmico. Nada fracassa, então; tudo continua. O trabalho foi feito. Se bom, você aprendeu com ele; se ruim, você aprendeu ainda mais”. – PG 142.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Resenha: Novembro de 63 – Stephen King


Jake Epping é um professor de inglês numa universidade, ele após receber uma carta de um de seus alunos do supletivo fica muito comovido. Sem ter família para convidar para assistir à sua formatura, Harry Dunning, convida Jake para o evento. Após a celebração, os dois vão juntos para um pequeno food-truck chamado Gordoburguer de Al templeton.

É no pequeno restaurante de Al que tudo começa. Uma toca que leva para o ano de 1958, onde Jake tenta “construir” uma nova vida. Pouco antes de descer as escadas que dão para uma nova época, Jake recebe uma pasta com documentos de uma nova pessoa. Cartão de crédito, dinheiro, e outras coisas. A partir do momento em que descesse ele deixaria de ser Jake Epping e se tornaria George Amberson.

George Amberson vivera por 5 anos no passado. Até se encontrar “cara a cara” com o atirador que queria assassinar o presidente John F. Kennedy. Lá Amberson fez amigos, arranjou uma namorada, conquistou um carro, deu aulas, abriu portas para alunos que desejavam fazer teatro, e muitas outras coisas.
“Assustar os outros é um serviço sujo que alguém tem de fazer”

Há muitas tragédias. Há tantas reviravoltas. E há, também, muitas coisas que nos emocionam e nos provocam aquela agulhada na mente para pensarmos sobre algumas coisas – atitudes, principalmente, ou como nossa vida é tão longa e tão curta. Uma outra coisa interessante foi o King falar a respeito da teoria do efeito borboleta – aquela coisa toda sobre o bater das asas de uma borboleta.

“[...] o passado é obstinado. Ele não quer mudar”.

Em muitas partes do livro Amberson fala a respeito disso, principalmente seu medo de estar frente a frente com o tal assassino e quando for matar ele algo dar errado e tudo mudar.

O livro possui um design de capa muito atraente. A estória é envolvente e você se sente como estivesse na mesma época do personagem. O livro possui 727 páginas, um calhamaço, porém a leitura dele flui de uma maneira que nos prende até chegarmos ao final dele e ainda ficarmos questionando algumas coisas. Há, pelo início do livro, uma frase que pode caracterizar bem o que é a leitura de Novembro de 63: “Podemos ser seduzidos por uma boa história mesmo nos momentos menos oportunos”. 

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Resenha – A Noite Devorou o Mundo – Pit Agarmen


Antoine Verney é um escritor de romances água com açúcar, convidado por sua amiga para fazer uma pequena celebração junto aos outros 72 amigos dela em seu apartamento. Entre conversas aleatórias e uma certa falta de vontade de continuar tentando conversar com as pessoas da festa, ele fica sozinho num canto do apartamento: e fica bêbado.

Na manhã, quando ele acorda, nota algo diferente. Um vermelho que antes ali não existia, e quando se dá conta de que todos ali dentro foram devorados por alguma coisa, o álcool da noite passada saí de dentro dele e ele vomita ali mesmo no chão da sala. Há sangue espalhado por todo lugar, e logo ele se dá conta do que aconteceu: o mundo foi devorado, todos agora são zumbis!

Uma das primeiras coisas que ele faz – além de vomitar – é começar a limpar o apartamento. Ele junta tudo o que tem de que pode ser útil, ele se organiza e prepara as coisas que precisa. Encontra armas, água e roupas.

O autor fez um bom trabalho em mesclar os pensamentos do protagonista com ideias para o leitor refletir.

“Uma pessoa é muito nobre e cheia de ética quando está num lugar seguro”.

Verney, fica um pouco metódico. Sente a necessidade manter contato com outras pessoas, mas que pessoas, se só há zumbis à sua volta. Ele dá nome a dois zumbis: Richard e Catia. Ele os conduz como personagens numa estória de ficção; (ou seria talvez um romance e eles estão brigados por algo simples e que bastaria conversa?).

“Somos fantasmas irreais de nossa realidade”.

O autor conta um pouco do que é a dificuldade de ser um escritor:

“Para sobreviver, precisa-se de imaginação. Esta imaginação não é própria dos artistas, penso até que a maior parte deles é desprovida dela. Há uma imaginação de trabalhos manuais e de empregados; em cada profissão, há esses seres à parte que não se contentam com reproduzir, senão que se apropriam do real, inventam, desvelam. Muitos autores têm medo da imaginação, pois é uma fonte de mudanças, é uma força propriamente política. Consequentemente, seus livros são secos e frios, mantêm o status quo. O ódio à imaginação tem um preço: não ser capaz de imaginar o horror insuspeito é contribuir para a catástrofe final. Um artista é alguém que vê a guerra antes de ela se manifestar aos olhos de todos e que sobrevive”. – PG. 126.

Verney encontra uma outra pessoa, o caos de Paris, onde o mundo é engolido agora é compartilhado com outra pessoa – Sara, é o nome dela. Juntos como uma dupla dinâmica, Antoine e Sara exploram os prédios em busca de sobreviventes e de meios de continuarem sobrevivendo.

“Nosso inimigo é uma maior confiança no conhecimento que temos de nosso verdadeiro inimigo. Há que esperar surpresas”.


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Resenha: O Silêncio dos Inocentes – Thomas Harris


O Silêncio dos Inocentes, romance escrito pelo norte-americano Thomas Harris tornou-se um clássico thriller psicológico quando o filme, de mesmo nome, foi dirigido por Jonathan Demme.

A agente do FBI, Clarice Starling é escalada para entrevistar o famoso psiquiatra Dr. Hannibal Lecter, violento, agressivo, inteligente, e manipulador o dr. Lecter aceita ser entrevistado pela jovem. A agente Starling trabalha ao lado de Jack Crawford, também agente do FBI.
Starling e Crawford trabalham juntos investigando uma série de assassinatos contra 5 mulheres que ocorrera nos últimos dias. Catherine Martin, filha da importante senadora fora sequestrada pelo então assassino. O dr. Lecter esteve por muito tempo ajudando a agente Starling para que conseguisse chegar ao então assassino.

Jack Crawford estava passando por um problema familiar, sua mulher estava muito mal, de cama na verdade. Ele se recusara tirar uma licença para ficar com ela, preferira trabalhar a ficar em casa acompanhando a agonia de sua esposa Bella que andava muito doente.

O assassino era Jame Gumb, ele era um especialista em costura. Havia até feito amizade com uma jovem costureira, mas a assassinara algum tempo depois. Com a intrusão de um outro agente do FBI no caso da investigação sobre este assassino das mulheres, o dr. Lecter consegue sair da prisão de onde esteve durante anos. Levado para um outro lugar com uma vista muito melhor do que apenas paredes o cercando, ele consegue escapar, ainda com toda uma quantidade de policiais ali.


Este brilhante romance psicológico possui detalhes curiosos e muito bem escritos sobre mariposas. Hannibal Lecter é um personagem descrito com uma inteligência incrível, há passagens interessantes entre ele e Starling que devem ser lidos e relidos, tamanha sua importância.

“É difícil aceitar que alguém possa nos compreender sem nos querer bem” – PG 314.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Resenha: Ao Cair da Noite – Stephen King


Ao Cair da Noite, ou Just After Sunset no inglês, é um livro de contos do Stephen King. O livro possui 13 contos que envolvem suspense, terror, mistério e fantasia. Ao final do livro, King nos conta um pouco de onde surgiu cada um destes contos. Logo no início, a introdução à obra nos cativa com o King contando um pouco sobre como foi o início de sua carreira com os cartões de crédito.
Os contos que compõe o livro são: Willa, A Corredora, O sonho de Harvey, Posto de Parada, A Bicicleta Ergométrica, As Coisas que Eles Deixaram para Trás, Tarde de Formatura, N., O gato dos Infernos, The New York Times a Preços Promocionais Imperdíveis, Mudo, Ayana, No Maior Aperto.

Willa
Este é o conto que abre o livro, um conto devagar e com muitos detalhes para se observar e muitos pontos para explorar – principalmente aos escritores, há uma gama de coisas que podem ser vasculhadas com calma e paciência. Há um outro conto com esta mesma questão, ele fica um pouco mais a frente, é o conto “The New York Times a Preços Promocionais Imperdíveis”.

A Bicicleta Ergométrica
Richard Sifiktz após se consultar com seu médico, em uma bateria de exames de rotina, é informado de que está com o colesterol alto. Preocupado com a notícia, ele compra uma bicicleta ergométrica, por indicação do dr., e logo passa a todos os dias seguir uma exaustiva rotina contra a balança. Em pouco tempo ele é tomado por algo que estava controlando ele. O conto é repleto de mistério e suspense.

As Coisas que Eles Deixaram para Trás
“Essa coisa de a percepção se reverter e nos darmos conta de que as coisas que a gente achava estar agarrando na verdade estão agarrando a gente” – PG 168.
Este é um conto em memória do que aconteceu em 11 de setembro, a frase não resume o conto, mas já nos da uma breve noção acerca do que esperar. É um conto bastante emocionante, e através dele é possível notar o quanto o acontecido chocou os americanos.

Tarde de Formatura
“Uma claridade sanguínea e amorfa engole os prédios. Por um instante, eles reaparecem, porém fantasmagóricos, como se estivessem sendo vistos através de uma lente” – PG 202.
As pessoas seguiam com suas vidas tranquilamente, como qualquer outro dia normal, até que um simples acontecimento – medonho, eu diria – interrompe o curso natural das coisas.

O Gato dos Infernos
“Se eu conseguir pegar meu berro, gatinho, o que restar das suas sete vidas vai acabar de uma vez só”. – PG275.
O Gato dos Infernos, é um conto curto onde Halston – um matador de aluguel – é contratado para matar um simples gatinho assassino. Pode parecer uma tarefa fácil, mas imagine um gato que sobreviveu a uma batida de carro, onde ele mesmo a provocou. Pois é algo nesse sentido que segue este conto.

domingo, 1 de novembro de 2015

Resenha: Cooties – A Epidemia

Tudo começou quando dois garotos estavam atormentando uma garotinha, ela parecia estar doente com manchas avermelhadas, espalhadas, pelo rosto. Um deles puxa seu cabelo, e ele fica todo em sua mão. Alguns nuggets de frango são distribuídos como parte da refeição dos alunos de algumas escolas. Esses nuggets estão contaminados com alguma doença que transforma os alunos em pessoas doentes – zumbis, eu diria – que começam a atacar os professores, e até mesmo os outros alunos com mordidas ou arranhões.

Cooties, é um filme dos diretores Cary Murnion e Jonathan Milott. O longa é uma mistura de terror com comédia. Particularmente, diria que se parece com “Todo Mundo Quase Morto” do diretor Edgar Wright.

O vírus das crianças acaba se espalhando por diversos lugares, muita gente é morta, porém a maior parte do tempo é focado em apenas alguns personagens, dentre eles um escritor/professor, (Clint Hadson), que ainda está escrevendo seu romance, um professor de educação física, (Wade Johnson) – bobão –, uma professora, (Lucy McCormick, interpretada por Alison Pill), que namora o bobalhão e que é a paixão de infância de Clint Hadson, Tracy é um professor homossexual – um personagem que, ao meu ver, quase não faz nada além de gritar, ele é interpretado por Jack McBrayer –  e também Doug, (Leigh Whannell), um professor que possui conhecimento de tudo, mas que quando abre a boca para falar, eles – os outros professores – não entendem o que ele está dizendo.


Para quem espera levar sustos e ter medo, não espere por muito tempo, pois não irá acontecer. Em alguns momentos surgem boas risadas. Alguns elementos mais poderiam ter sido trabalhados. Stephen King é citado em alguns momentos do filme, um deles é quando Clint Hadson (Elijah Wood), está explicando a respeito do que é seu livro, e Wade Johnson, (Rainn Wilson) diz que o livro de Clint é como Christine. 

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Resenha: Sobrevivente - Chuck Palahniuk


Sobrevivente conta sobre a vida de Tender Branson, um anti-herói programado e quase solitário. Tendo a companhia de seu pequeno peixe 641, e também das ligações dos desesperados buscando alguma ajuda. Ele conta como tudo em sua vida é minimamente manipulado. Tudo é cronometrado. Ele trabalha na casa de uma família de ricaços, onde tem que lhes ensinar como devem comer determinados tipos de comida. Seus patrões deixam uma lista com horários que as tarefas devem ser executadas para que não fique perdendo tempo, ou fazendo coisas desnecessárias, mas mesmo assim ele não se importa.

Chuck Palahniuk nos leva para um passeio de avião sequestrado onde é explicado como o caos foi instaurado, e como tudo chegou ao ponto em questão. A forma ácida como Palahniuk escreve chama a atenção, mas não da mesma forma como em Clube da Luta. Uma coisa curiosa neste livro é a numeração das páginas e capítulos; eles são escritos em forma decrescente, (o que achei uma ideia muito bacana).

“Ninguém deseja apenas o anatomicamente correto. As pessoas querem o aprimoramento anatômico. O cirurgicamente aumentado. O novo e melhorado. Implantado com silicone. Injetado com colágeno”. – Pag. 169


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

[Resenha] Na Estrada – On The Road

“Escrevo tudo o que escrevo no espírito em que me imagino como um anjo devolvido à terra, que a vê com olhos tristes” – Jack Kerouac.

A frase retirada da introdução do livro Geração Beat descreve o que o personagem Sal Paradise, (Sam Riley), vive enquanto escreve após perder o pai. Bebidas – muitas bebidas –, sexo, drogas, amizade e uma paixão pela escrita, este é o mundo em que Sal Paradise, o aspirante a escritor que cai, literalmente, na estrada com seus amigos.

O filme é uma adaptação do romance escrito por Jack Kerouac, (escritor que teve forte influência para Charles Bukowski, mas isso é conversa para outro dia). O longa foi dirigido pelo brasileiro Walter Salles.

A descrição do que é a geração beat fica evidente ao longo do filme. A revolva, o desejo de liberdade, as aventuras, e as loucuras descrevem o que Kerouac escreveu em seu romance quando reuniu um grupo de amigos e deixou a bebida e as reflexões sobre apostas em cavalos. 

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

[Resenha] Cidade dos Anjos


Seth Plate, (Nicolas Cage), é um anjo que auxilia as pessoas na travessia da vida para a morte. A Dra. Maggie Rice, (Meg Ryan) – uma cirurgiã –, perde um de seus pacientes, durante uma cirurgia. Arrasada, ela conhece Seth pelos corredores do hospital. Os dias se passam e vão se conhecendo. Conversam sobre vida, morte, Hemingway, eternidade e sobre muitas outras coisas.

Paris é Uma Festa é um livro escrito por Ernest Hemingway, o autor escreve sobre a vida na década de 1920 seus cafés e encontros com outros famosos escritores.

O filme conta com uma trilha sonora bem elétrica, contando com: U2, Goo Goo Dolls, Eric Clapton e outros. Cidade dos Anjos é um remake, dirigido por Brad Silberling, do filme alemão Asas do Desejo, dirigido por Wenders. 

quinta-feira, 30 de julho de 2015

[Resenha] Josh Malerman - Caixa de Pássaros


“[...] é melhor enfrentar a loucura com um plano do que ficar parado e deixar que ela nos alcance aos poucos.” – Pag. 256.

O livro começa quando Malorie; mãe de um Garoto e uma Garota, está na cozinha. Temos um primeiro contato com a problemática de saber que há quatro anos ela está vivendo na mesma casa com seus filhos, porém agora se prepara para partirem. Malorie está ciente de que para partir terá de ir para um rio que fica atrás da casa onde está, mas há um pequeno problema... Ela e as crianças terão de descer os 32 quilômetros rio abaixo com os olhos vendados, pois há criaturas lá fora que ao olharem estas tornam-se violentas contra outros e a si mesmos.

As coisas começam quando Malorie descobre que está grávida, e tem a ajuda da irmã, Shannon, pra que não surte sozinha. Um curioso caso de pessoas que estavam se matando se espalhou pela internet. Mas não apenas na internet se espalhava o “surto”, espalhava-se por todo os Estados Unidos. “Relatório Rússia” ou “O problema” era como estavam chamando, na internet, o que estaria levando às pessoas a morte. Pois o que quer que houvesse lá fora sempre resultava em morte. Em um noticiário que passava televisão foi falado em “autodestruição”, “autoimolação” e até mesmo “haraquiri”, mas nada apontava o que realmente era.

Don, Tom, Jules, Felix, Cheryl e um cachorro de nome Victor foram os novos amigos de Maloire depois da triste e brutal perda da irmã. Algum tempo mais tarde Olympia se tornaria também sua amiga. Olympia ao ser acolhida pelos moradores desse acolhedor “abrigo” anuncia que está gravida, a notícia choca os moradores. Duas gravidas num mesmo lugar e em estado caótico que estavam vivendo, será que dariam conta?

“Num mundo onde não podemos abrir os olhos, uma venda não é tudo que temos para nos defender?” – Pag. 93

As mortes aconteciam de forma brutal, bastava olhar através de uma pequena fresta da janela, ou simplesmente abrir a porta que lá estava sua chance de deixar o mundo caótico e se tornar mais um cadáver. Pilhas e pilhas de cadáveres se acumulava ao tempo que as coisas foram acontecendo. A narrativa é melancólica no que tange o terror psicológico que é muito bem trabalhado.


Nesse primeiro romance de Josh Malerman, é notória a influência de Stephen King na descrição da escuridão e das criaturas que há durante toda a trama. O início deste romance me lembro o filme “O Nevoeiro” de Frank Darabont, enquanto as pessoas sofriam sem saber o que os esperavam do lado de fora do mercado.  

segunda-feira, 11 de maio de 2015

[Resenha] Manel Loureiro - O Último Passageiro


Loureiro começa nos apresentando a história do velho navio Pass of Ballaster de Tom McBride no ano de 1939, que está em alto mar e encontra o grande navio Valkirie à deriva.  Onde três de seus tripulantes entram num bote e vão em direção ao misterioso navio nazista. Durante a busca por informações que explicasse as causas daquele navio à deriva no meio do nada, os tripulantes vão caminhando até as entranhas do Valkirie quando O’Leary encontrou um bebê de poucos meses no chão sozinho.

O livro me fez lembrar o filme Poseidon de Wolfgang Petersen e em alguns momentos até o filme Fenômenos Paranormais 2 de John Poliquin, quando Manel Loureiro começa a falar que “aquela coisa deslizava simultaneamente pelo chão e pelas paredes, mesmo que isso fosse impossível.” Neste momento temos uma oportunidade de imaginar algo semelhante ao Hulk preenchendo todos os espaços do navio Valkirie.

Pouco depois somos apresentados à Kate Kilroy, que é jornalista no London New Herald. Kilroy perdeu o marido num acidente de carro e ainda estava tentando se recuperar do baque quando a diretora do London New Herald lhe encarregou de investigasse a vida de Isaac Feldman – um poderoso que estava gastando toda sua grana num navio, o Valkirie.
Ao longo do livro somos apresentados há alguns fatos interessantes e curiosos, como vozes femininas pelo navio, o vislumbre entre passado e presente, a “coisa negra” citada anteriormente, sexo com fantasma, enfim, uma gama de situações que somadas ao todo do livro nos prendem até o fim quando há o desfecho do que aconteceu e que ali estava acontecendo.


“Primeiro viu umas longas pernas bem torneadas. Depois, uma calcinha e uma camiseta manchada de sangue que cobria um torso. E, por último, cabelos louros colados em volta do rosto cheio de hematomas da sérvia, que olhava para a porta com expressão confusa.”

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

[Resenha] Sex Tape - Perdido Na Nuvem

Annie (Cameron Diaz de As Panteras), e Jay (Jason Segel de Bem-vindo aos 40), eram dois apaixonados que transavam por tudo o que viam e por toda superfície. Estavam jovens e empolgados com o sex appeal no auge. Até que Annie ficou gravida e o casal decidiu se casar e tiveram filhos, o que mudou completamente a rotina do casal com incrível atividade sexual.

O tempo foi passando e manter a conciliação entre jornadas longas e cansativas de trabalho, filhos e as tarefas domésticas levaram o pobre casal a uma rotina sem sexo, sem animação e muito cansaço.

Numa tentativa de um dia conseguirem transar em paz sem os filhos Annie faz uma surpresa para Jay que chega tarde do trabalho. É onde resolvem gravar um vídeo com a transa e algo da errado.

O filme foi dirigido por Jake Kasdan (diretor de Professora Sem Classe), chama atenção para esse quesito do vídeo, o que particularmente dizendo, muitas pessoas deveriam ficar atentas a este fator social que muito vem ocorrendo. 

O livro que Annie pega na estante numa das cenas, chama-se The Joy Of Sex – A Gourmet Guide to Love Making, A Alegria do Sexo – Um Guia Gourmet para Fazer Amor (tradução livre), foi escrito por Alex Comfort. 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

[Resenha] – Cartas na Rua – Charles Bukowski


Cartas na Rua conta a promiscua história de Henry Chinaski, se embriagando e trabalhando nos Correios. “Tudo começou com um erro”, frase inicial do livro, erro este que a priori surgem muitos outros, com um humor ácido Bukowski nos escreve em Cartas Na Rua.
“A comida é boa para o espírito e para os nervos”

Chinaski começou a trabalhar como carteiro em estágio probatório, corria de um lado para o outro mapeando alguns lugares para fazer às entregas das cartas. Tendo que enfrentar cachorros, chuva, e outros obstáculos em sua jornada de trabalho. Como carteiro, Henry tem muitas histórias.

“É da natureza da mulher. Elas adoram lavar roupa suja, um pouquinho de gritaria, uma pitada de drama. Depois uma troca de juras de amor.”

Betty foi sua parceira durante um longo período, e durante um bom tempo bebeu e transou com Chinaski. Tempos mais tarde Henry Chinaski tem uma filha chamada Marina Louise Chinaski, com Fay. O Relacionamento com Fay não deu futuro, como muitos outros. Enfrentou diversos momentos diferentes tanto bons ganhando bastante dinheiro como ruins como lidar com a morte.


“Se escreviam de acordo com suas aparências, seguindo o modo como bebiam seus cafés e davam risinhos e molhavam rosquinhas, então não faria diferença se enviassem seus textos ou os enfiassem no rabo.”

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

[Resenha] Annabelle

O filme trata da história que ronda por sobre a boneca Annabelle exibida no filme Invocação do Mal. Onde Mia e John Gordon terão sua primeira filha e compram de presente uma boneca e após uma seita satânica feita por um casal de moradores vizinhos um espirito demoníaco se apossa da boneca recém comprada. 

Este spin-off dirigido por John R. Leonetti, é uma obra assustadora e ótima para se assistir, (se possível veja no cinema), gritos e sustos para todo lado, até alguns dias atrás esse filme foi retirado dos cinemas da França por um mau comportamento de alguns jovens. Portanto mais um motivo para se assistir ao longa. 

Apesar do clichê de espíritos, a boneca realmente existe e fica confiscada com o demonólogo Edward e Lorraine Warren e é benzida por um padre todo mês. 

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/entretenimento/cinemas-franceses-banem-annabelle-apos-vandalismo

terça-feira, 14 de outubro de 2014

[Resenha] Ernest Hemingway - O Velho e o Mar

Santiago é um velho pescador, de Gulf Stream, que após dias e mais dias sem pescar um peixe se atira numa aventura de passar longas horas de seu tempo em alto mar preso na captura de um enorme peixe. Sem ajuda de seu fiel companheiro, Manolin.
“
A lua afeta o mar tal como afeta as mulheres”

A estória é curta, porém ela tem por trás princípios para que você pare e observe. Às vezes, você pode ser derrotado, não importa o tamanho do que você quer ou o quanto acredita que conquistou você pode muito se surpreender ainda que a problemática esteja diante de seus olhos e ainda assim não veja.

“Conserve-se lúcido e aprenda a sofrer como um homem. Ou como um peixe”.


É muito difícil comentar sobre esse livro sem entregar spoillers, mas apesar da curta resenha é um livro de grande recomendação para reflexão sobre tudo o que Santiago passa com o enorme peixe em alto mar. Seus diálogos, pensamentos, e o próprio sofrimento deve fazer parte de um momento de reflexão sobre o que você vive ou quer para você. 

terça-feira, 22 de julho de 2014

[Resenha] As Terras Devastadas – A Torre Negra Vol. 3 – Stephen King

Sinopse: Com este novo título da saga épica A Torre Negra, entramos mais uma vez no reino de uma das imaginações mais poderosas de nossa época: a do escritor norte-americano Stephen King. Neste romance emocionante, Roland, o último Pistoleiro, se aproxima ainda mais da Torre Negra de seus sonhos e pesadelos - atravessando um deserto amaldiçoado em um mundo macabro que é uma imagem distorcida do nosso próprio mundo.
Junto com Roland estão dois daqueles que ele levou consigo para esse universo: o ex-viciado nova-iorquino Eddie Dean e Susannah, nova identidade da mulher que combina em um mesmo corpo duas personalidades distintas. À sua frente estão as extraordinárias revelações sobre quem ele é e o que o motiva em sua busca. E contra ele se perfila uma legião cada vez mais numerosa de inimigos, humanos ou não.
À medida que o ritmo da ação e aventura, da descoberta e do perigo se acelera cada vez mais, o leitor é irremediavelmente absorvido por um drama espetacular, ao mesmo tempo assustador como um pesadelo... E estranhamente familiar. As Terras Devastadas é uma história magnifica, mais um testemunho do imenso talento de Stephen King.

Neste terceiro volume da longuíssima caminhada do pistoleiro Roland, Eddie Dean, e de Susannah, há muita aventura e suspense pela frente... Desde a composição de chaves até a travessia de antigas pontes.

O grupo continua sua longa jornada na busca pela Torre Negra que desde que o mundo seguiu a diante Roland, também, fez o mesmo; o trio ternura segue cansativamente pelos morros e colinas, conhecem novos povos, mas quem muito sofre com o ocorrido, muito, anteriormente é Roland sentindo sua mente dividida em 2 após a morte do menino Jake. (Surpreendentemente há algo que pouco depois do inicio do livro irá prender a atenção assim como o prego segura a madeira).

“Não confie nas lágrimas em seus olhos – dizem que os crocodilos também choram.”

Algumas palavras que são importantes se recordarem durante a leitura:
Ká – Destino; Ka-Tet -  Um grupo de pessoas unidas pelo destino; Khef – Proximidade e partilha de mentes; Char – Morte.  

Nesta etapa da jornada, Eddie está mais “maduro”, fazendo assim Roland ter lembranças de seu treinador em outros tempos – Cuthbert

“a esperança é uma grande coisa, [...], mas não espere tanto a ponto de perder de vista esta única certeza.”

Neste volume, digamos que lá pela metade do livro, (não me lembro exatamente), começam a surgir adivinhações. Roland explica a respeito de como elas eram significativamente importantes e não motivo de brincadeiras ou chacotas.

- O que é o que é, se deita na cama, fica em pé no leito, primeiro branco, depois rubro? Quanto mais gordo fica mais a velha gosta?

- Quando é que uma porta não é uma porta?

- Junta nossas conversas, junta nossas diversões e participa de todos os jogos. O Que é o que é?

- O que é o que é melhor que todos os deuses e pior do que o Velho Pé Fendido?

“A roda de ka gira e o mundo segue adiante”

Confesso que em muitos momentos do livro fiz longas pausas para N motivos, como a escrita de um novo conto, a leitura de outro livro – notas de um velho safado –, então com isso acabei levando um tempo a mais pra concluir a leitura dele. E agora que venha o Mago e Vidro o quarto volume da saga A Torre Negra.


“– Ouvimos falar de muita coisa, pistoleiro, e só sabemos muito pouco.”