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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Resenha – A Noite Devorou o Mundo – Pit Agarmen


Antoine Verney é um escritor de romances água com açúcar, convidado por sua amiga para fazer uma pequena celebração junto aos outros 72 amigos dela em seu apartamento. Entre conversas aleatórias e uma certa falta de vontade de continuar tentando conversar com as pessoas da festa, ele fica sozinho num canto do apartamento: e fica bêbado.

Na manhã, quando ele acorda, nota algo diferente. Um vermelho que antes ali não existia, e quando se dá conta de que todos ali dentro foram devorados por alguma coisa, o álcool da noite passada saí de dentro dele e ele vomita ali mesmo no chão da sala. Há sangue espalhado por todo lugar, e logo ele se dá conta do que aconteceu: o mundo foi devorado, todos agora são zumbis!

Uma das primeiras coisas que ele faz – além de vomitar – é começar a limpar o apartamento. Ele junta tudo o que tem de que pode ser útil, ele se organiza e prepara as coisas que precisa. Encontra armas, água e roupas.

O autor fez um bom trabalho em mesclar os pensamentos do protagonista com ideias para o leitor refletir.

“Uma pessoa é muito nobre e cheia de ética quando está num lugar seguro”.

Verney, fica um pouco metódico. Sente a necessidade manter contato com outras pessoas, mas que pessoas, se só há zumbis à sua volta. Ele dá nome a dois zumbis: Richard e Catia. Ele os conduz como personagens numa estória de ficção; (ou seria talvez um romance e eles estão brigados por algo simples e que bastaria conversa?).

“Somos fantasmas irreais de nossa realidade”.

O autor conta um pouco do que é a dificuldade de ser um escritor:

“Para sobreviver, precisa-se de imaginação. Esta imaginação não é própria dos artistas, penso até que a maior parte deles é desprovida dela. Há uma imaginação de trabalhos manuais e de empregados; em cada profissão, há esses seres à parte que não se contentam com reproduzir, senão que se apropriam do real, inventam, desvelam. Muitos autores têm medo da imaginação, pois é uma fonte de mudanças, é uma força propriamente política. Consequentemente, seus livros são secos e frios, mantêm o status quo. O ódio à imaginação tem um preço: não ser capaz de imaginar o horror insuspeito é contribuir para a catástrofe final. Um artista é alguém que vê a guerra antes de ela se manifestar aos olhos de todos e que sobrevive”. – PG. 126.

Verney encontra uma outra pessoa, o caos de Paris, onde o mundo é engolido agora é compartilhado com outra pessoa – Sara, é o nome dela. Juntos como uma dupla dinâmica, Antoine e Sara exploram os prédios em busca de sobreviventes e de meios de continuarem sobrevivendo.

“Nosso inimigo é uma maior confiança no conhecimento que temos de nosso verdadeiro inimigo. Há que esperar surpresas”.


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

[Resenha] Cidade dos Anjos


Seth Plate, (Nicolas Cage), é um anjo que auxilia as pessoas na travessia da vida para a morte. A Dra. Maggie Rice, (Meg Ryan) – uma cirurgiã –, perde um de seus pacientes, durante uma cirurgia. Arrasada, ela conhece Seth pelos corredores do hospital. Os dias se passam e vão se conhecendo. Conversam sobre vida, morte, Hemingway, eternidade e sobre muitas outras coisas.

Paris é Uma Festa é um livro escrito por Ernest Hemingway, o autor escreve sobre a vida na década de 1920 seus cafés e encontros com outros famosos escritores.

O filme conta com uma trilha sonora bem elétrica, contando com: U2, Goo Goo Dolls, Eric Clapton e outros. Cidade dos Anjos é um remake, dirigido por Brad Silberling, do filme alemão Asas do Desejo, dirigido por Wenders. 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

[Resenha] O Pacto

Sinopse: Wiil, leva uma vida pacifica até o dia em que sua esposa é atacada brutalmente por um desconhecido. Em seguida um estranho aparece oferecendo a Will um plano de vingança com a condição de que o serviço seja retribuído em outra ocasião. O que Will não desconfia é que logo ele será cobrado para pagar a dívida cometendo um crime também! Agora o jogo virou e Will fará de tudo para proteger sua esposa e desmascarar uma organização secreta que envolve figuras poderosas da sociedade.

O Pacto (2011) on IMDb

O filme conta a história de Will Gerard, um professor do colegial, interpretado por Nicolas Cage, que leva a uma vida amorosa tranquila com sua esposa Laura, interpretada por January Jones, até que um incidente interrompe o romance do casal, dando início a trama emocionante de O Pacto.

Simon, é um assassino que possui em suas "mangas" artimanhas para pessoas serem assassinadas. Wiil estando numa situação embaraçosa após o ocorrido com sua esposa se viu de alguma forma "indefeso" com o que poderia ser apenas mais um caso policial sem solução. Will resolve aceitar a proposta de Simon, porém algum tempo depois lhe é cobrado pela ajuda prestada quando ele muito precisou. Eis que começa uma busca alucinada por seu pescoço. 

O filme me lembrou de um outro filme chamado A Rocha, também com o Nicolas Cage, onde o Stanley Goodspeed, papel interpretado por Nicolas Cage, passa um trecho do filme em caçada do pelas ruas, da cidade que não me lembro no momento, em busca de Manson, interpretado por Sean Connery, até irem para a prisão de Alcatraz impedirem o lançamento de armas químicas. 

O Pacto conta com a direção de Roger Donaldson, num trecho do filme é citado o filósofo Edmund Burke, o grupo de assassinos que pertence a Simon, segue a ideologia de Burke baseado no livro "Investigação Filosófica  Sobre a Origem de Nossas Ideias do Sublime e do Belo."

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Correntes Filosóficas, Racionalismo, Empirismo e Intelectualismo

Comumente vemos aquelas belas frases espalhadas em mídias sociais, tais como esta do Sartre: 



Os ensinamentos filosóficos possuem uma grande importância e influência para o nosso dia a dia, porém estes ensinamentos são uma longa jornada de estudos, de leituras, e interpretações. Postarei a vocês um conteúdo filosófico sobre o Racionalismo, Empirismo e o Intelectualismo, de forma breve e bem direta para uma simples e rápida compreensão, mas de antemão aviso que é de suma importância estudar mais a fundo o assunto aqui abordado.

Para visualizar o aquivo em Pdf  clique aqui

• Racionalismo 

A corrente filosófica do Racionalismo é a forma de pensamento pelo qual se caracteriza pela forma de que tudo deve existir uma causa para determinado fim. 

 Dentre diversos filósofos como Leibniz, Hegel, e Spinoza, o que mais se destacou foi René Descartes: 

“Se vós tivésseis um cesto de maçã dentre as quais várias estivessem podres, contaminando assim as restantes, o que fazer senão esvaziá-lo todo e, tomando cada maçã uma a uma, recolocar as boas no cesto e jogar fora as más?” 

Descartes chega a conclusão que devemos nos livrar de tudo aquilo que é desnecessário e preconceituoso, sendo assim rejeitarmos as opiniões que tanto aprendemos desde nossa compreensão, sob a forma de crenças. 

 • Empirismo 

Essa corrente filosófica desenvolve-se, de antemão, entre os filósofos de língua inglesa e na Inglaterra. O termo, empirismo é derivado do grego empeiria, que é basicamente o saber derivado da experiência sensível e do acumulo de dados com base nessa experiência. A frase aristotélica descreve bem sobre o empirismo: “Nada está no intelecto que não tenha passado antes pelos sentidos”. 

Os principais filósofos empiristas do período foram: Francis Bacon, Thomas Hobbes, John Locke, George Berkeley e David Hume. O empirismo, também influenciou outros grandes pensadores de outras correntes filosóficas, tais como John Stuart Mill, Thomas Reid, Augusto Comte, William James, e Charles S. Pierce. 

• Intelectualismo 

A frase kantiana nos da um breve conceito do que vem a ser o intelectualismo. Um pendulo entre o empirismo, e o racionalismo: 

“Pela sensibilidade nos são dados os objetos e apenas ela nos fornece intuições; pelo entendimento, em vez, os objetos são pensados e dele se originam conceitos.” 

 • Bibliografia 

Marcondes, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos Pré-socráticos a Wittgenstein – 2.ed. rev. Ampl. – Rio de Janeiro: Zahar, 2007. 

Araújo, Inês Lacerda. Curso de teoria do conhecimento e epistemologia. Barueri – São Paulo: Minha Editora, 2012. 

Descartes, René. Princípios de filosofia. Hemus, 2007. 

Kant, Immanuel. Crítica da Razão Pura. São Paulo: Editora Nova Cultural Ltda, 1999.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Anoitecer


E o fim de tarde caíra quando por cima de ti pousou o inicio da noite. Deixando apenas as lembranças do que foi o dia. 

"[...] não havia nada que quisesse levar. A não ser algumas boas lembranças, e para essas não precisava de mala nem mochila." - Stephen King

terça-feira, 14 de maio de 2013

O Terapeuta e o Problema

O que poderia lhe dizer?
Gosto da vulgaridade, da indecência, ainda sou uma pessoa meia problemática com a sociedade. Ainda gosto do bom e velho sexo sujo.
- O que seria o sexo sujo?
Seria a resposta para muitos dos problemas atuais.
- Conte-me mais.
A sociedade hoje escolhe o sexo pelo nojo que sente, não pelo prazer que pode ser apreciado e provocado. Apreciar o sexo dessa forma é mais do que ser obsceno! A sociedade, principalmente a juventude não vê mais o sexo como a diversão a dois pelo simples prazer. E sim pelo nojo que vão ou não sentir um do outro. Pelo tamanho ou pelas diferenças que vão ver um no outro. Onde está a graça do prazer quando se sente nojo do que lhe irá proporcionar prazer?! Gosto das palavras ditas em forma de satisfação e provocação sexual, gosto das mordidas provocadoras e tentadoras da sedução, a predominância das roupas apertadas e ousadas são, ainda, uma forma de excitar alguém, apenas desprezam e ignoram isso, mas mal sabem a importância que isso tem para o sexo.
- O sexo nem sempre é importante e nem sempre é fundamental para todos! 
Discordo! O sexo é importante para diversas coisas, seja ela um alivio, um momento de raiva, a curiosidade, a vontade, e dependência, a carência, mas sempre vamos voltar ao prazer. Seja ele conquistado ou arrancado. 
 O sexo não tem a ver com tamanhos, dimensões, proporções, tem a ver apenas com satisfação amorosa ou prazerosa, pois com o sexo vais conseguir ambas, de formas diferentes. 
- Há quem diga que só falo porcarias.
Tudo pode ser uma porcaria quando o assunto tratado, o local em que é tratado e a forma em que é dita. As vezes as pessoas não se importam com o que é que você diz, simplesmente elas querem falar do problema que elas possuem e não sabem como dar inicio ao assunto. Como não possuímos as antigas e famosas bolas de cristal ficamos ao famoso Deus dará. Nada além disso. A forma com que gosto de tratar o sexo me tornou uma pessoa extremamente pornográfica. Me orgulho disso, pois sei que posso, pornograficamente, tratar do assunto de qualquer maneira quando me questionarem. 
- Você só fala sobre sexo? 
Não. Sexo, é apenas mais um assunto que gosto de tratar, bem como também, fazer. A realidade da coisa é outra. 
- A realidade das pessoas também! 
Qual a moral disso tudo? 
- A moral eu não sei, a imoralidade já conversamos, é o sexo! Mas foi um grande prazer dialogar com você. Eu diria que quase que um prazer sexual. 
Entendo. Digo o mesmo.

Nota do Autor. 

O texto visa apresentar ao leitor uma visão diferente das coisas como elas são, para como elas podem ser. Nem tudo deve ser levado como uma critica. Mas caso leve ao crivo da critica, entenda como um ponto positivo na sua vida. O silêncio diante de algo que deve ser tratado e retratado não desenvolverá fruto – conhecimento.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Problemas Existenciais


Veja-me como um espelho, entenda-me como uma beleza.
Meus problemas são tão visíveis e notáveis como às pessoas. 
Um emaranhado problema fronte à uma única dimensão.
O tamanho não importa, o que importa é apenas o emaranhado. 
Vivo desse emaranhado. Claro! Sou a dimensão. Deveria estar pronta para isso. 
Nem sempre aquilo que eu quero tenho alcançado, as vezes são muitas coisas à conquistar e tão poucas ganhadas.
O esforço feito para o emaranhado é muito maior do que o que realmente preciso fazer.
Mas nunca ganho, nunca perco. Estou no meio termo.
Não estou rindo nem estou seria, apenas, como sempre, refletindo os problemas existenciais.
Falta-me dinheiro – que não posso gastar;
Falta-me sorriso – que não posso sorrir;
Falta-me paciência – que não posso utilizar.
Mas, alias, sempre falta-me tudo, nunca estou satisfeita com o que tenho. Eu quero sempre mais. O meu egocentrismo também, ele quer mais, ele quer motivação, quer satisfação, mas ele nunca quer resolver as coisas como eu resolvo – pensando.
A essa altura do campeonato já deve ter notado que não posso para de pensar não é mesmo?! O que me leva a saber que sou fundamental no funcionamento, e coordenação, emoções e aos prazeres... Aaah os prazeres...
O dinheiro vai;
O sorriso vai;
A idade vai;
Tudo se vai, as emoções e as marcas geradas por elas ficam. Divirta-se mais, emocione-me mais, dê-me mais “vida”, que eu lhe proporciono os melhores pensamentos. 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Sexo Animal ou Selvagem


“Estávamos acompanhados naquele quarto, era noite, ou melhor dizendo madrugada, aproximadamente eram 03h30 da manhã, ela relaxava as pernas em minhas costas enquanto a proporcionava uma masturbação dupla, (anal e vaginal), quanto que ela me massageava de maneira absurda com seus pés, foi uma longa brincadeira de pelo menos 30 minutos, nada mais nada menos que pelo menos 04 esporradas daquele belo liquido que dela se despejara.”

O sexo tem sempre seus dotes a serem experimentados, vale como exercício físico, pois além de cientificamente provado que o sexo emagrece, faz bem para a saúde cardíaca, além de ser uma atividade extremamente produtiva e satisfatória.

Muitos dizem por aí que o sexo é algo impróprio, que quem fala é imoral, sem crença religiosa, a outros que dizem que quem fala a respeito de sexo são apenas as pessoas pornográficas, etc, etc, etc,fica a dica após todo esse relato digo em poucas palavras que a função do corpo é dar prazer, receber prazer, e o cérebro coordenar e captar o que lhe é enviado via estímulos corpóreos, sem muita baboseira a ser dita.

O sexo animal, ou selvagem, pode ser visto de amplos olhos, pode ser descrito como se fosse àquele ao inicio de namoro, aquelas máximas rapidinhas, o famoso vidro embaçado motel disfarçado ou pode ser aquele sexo sujo, briguento, sádico, recheado de belos e longos palavrões, instintivos às inúmeras palavras de baixo calão, (também conhecido como Foda!).

“Enquanto o ato linguístico, denominado sexo oral rolava, ela forçara com a mão e com as pernas para que não parasse o que melhor a satisfazia naquele momento, seus gemidos segurados à deixavam mais excitada, seu desejo e sua satisfação é muito clara de ser notada e sentida ao sentir na boca o que dela de extraia.”

A violência das palavras na cama, a brutalidade da vontade, e os gemidos soltos no ar, a respiração ofegante, são apenas alguns princípios de que o tesão está exalando, que a vontade esta querendo e o corpo esta pedindo, o sexo é extremamente selvagem ou animal, pois é necessário outra ou outras pessoas com você para partilharem e desfrutarem juntos dessa emoção prazerosa, desse calor inebriante, que faz-nos esquecer o que nos aflige.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Ninguém Beija Como as Lésbicas!


"A pior desgraça para a criatividade, as emoções e os prazeres é o preconceito." Olivetto. 

Inicio este artigo de forma polêmica, se até o final do artigo isso não se tornar algo pornográfico não digo nada! 
Hoje muito se fala e se crítica a respeito das lésbicas, e suas formas de divertimento. 
O sexo é uma saída para diversos tipos de emoções, tristeza, afogamento de magoas, comemoração, conquista ou pura e naturalmente Sexo, ou em outras palavras, é um verdadeiro Parque de Diversões.  Assim como há diversas razões de se praticar, o coito, há diversas formas de fazê-lo, a partir dai adentramos nos antigos dizeres Masoquismo e Sadismo ou Atos Sadomasoquistas. Para os que generalizam tudo o que veem pela frente é apenas exploração do prazer pela dor, para o que interpretam e muito mais do que isto. 

O sexo lésbico, é algo a ser visto com outros olhos, não mais com o crivo que existia nos anos 40 / 50 e afins, a sociedade evoluiu, a mente e as formas como tudo deve ser visto vem evoluindo a cada dia. Imaginar que uma mulher morde a outra, soa com a outra ou simplesmente chupa a outra – deixo livre ao pensamento de vocês este chupar - é algo que a anos atrás não poderia nem se quer pensar na hipótese, tal qual era o preconceito que se existia, e existe ainda só não tão impactante quanto eram nos lindos anos de 1940 – época da sociedade conservadora. 

A curiosidade das mulheres em serem tocadas por outras mulheres é o que faz toda a diferença, não é por que se está executando coito com uma outra mulher que necessariamente você é gay/ lésbica ou afins, a curiosidade é o principal foco de tudo. Embora já tenhamos nascido com a sexualidade pré-definida do que seremos, as curiosidades que surgem no decorrer do percurso de evolução e desenvolvimento psicológico, financeiro/econômico, (também chamado de vida), nos faz ter diversos tipos de curiosidades. E na mulher o que vem crescendo bastante é o estar na cama com outra mulher. Muitos e muitas acham isso extremamente sádico, outros já veem com outra visão (suruba) e os que veem como algo curioso e bonito de ser observado, duas mulheres, lindas, nuas, na cama despojando prazer uma da outra, tocando, deliciando-se uma do corpo da outra e o prazer exalando prazer, vontade pedindo bis, e os corpos pedindo mais. 

Há muito preconceito a respeito do sexo, não pode isso não pode aqui, não se faz isso não se faz aquilo, quando o mais importante que é dar prazer e receber prazer acaba caindo no esquecimento de tantos que são os preceitos que dizem existir e que "devem" ser cumpridos. O sexo é como uma terapia, o orgasmo é o resultado alcançado pela eventual terapia executada. 

terça-feira, 23 de abril de 2013

#Felicidade

"Ficar a espera de uma pessoa ideal, é como esperar por receber novos problemas, pois não há a pessoa certa, mas sim aquela que lhe fará feliz."

terça-feira, 9 de abril de 2013

Filosofia da Semana

"Me sinto bem em não participar de nada. Me alegra não estar apaixonado e não estar de bem com o mundo. Gosto de me sentir estranho a tudo..." - Bukowski 


E é com esta frase do velho Buk, que inicio este escrito... 
Ser diferente é mais importante do que querer apresentar-se aos outros como superior, ou mesmo como 'poderoso (a).' 
O amor nunca é igual para todos. Somos todos parecidos - ou semelhantes se assim preferirem - mas isso não significa que somos cópias idênticas  A semelhança entre um e outro pode ser próxima, porém, cada qual tem sua maneira de agir e pensar diferente. 
As pessoas quando passam a ser "manipuladas" pensam de igual modo, até porque, fazem as mesmas coisas, repetem as mesmas ações, querem o que todos querem. São manipuladas sem ao menos se darem conta disto - trágico! 

"Cada homem deve inventar o seu caminho."  - Sartre

Traçar um novo rumo, buscar por novas metas, lançar-se a novos objetivos, isto é ser diferente. A mesmice do comodismo de buscar algo novo é tão prejudicial quanto o inalar do cigarro. A falta de interesse, preguiça, e comodismo são aliados para ficar avulso no front de possibilidades que há na vida. 
Ultimamente o pensar de muitas pessoas tem gerado cansaço, talvez por isto muitas pessoas pararam no tempo, bem como pararam de pensar no amanhã, no depois de amanhã. Sentem-se 'incompletas' e insatisfeitas, mas estão tão mergulhadas no próprio comodismo que não veem isto. 
Sonhem, pensem, acreditem e façam, pois se o sonho é a manifestação do desejo inconsciente, por que não torna-lo consciente?! 
Tudo fica bem quando procuramos com que fique bem. 



quinta-feira, 4 de abril de 2013

#Pensem a respeito

"Tudo me parece superficial. Aliás, tudo quando não importa, ou não tem valor, (mesmo que momentâneo), é superficial."

terça-feira, 2 de abril de 2013

Reflitam

"Seriam os momentos atuais que nos fazem refletir sobre a existência dos problemas, ou seriam os problemas que fazem-nos refletir sobre os momentos?"

quinta-feira, 7 de março de 2013

Morte


É difícil acordar-se numa manhã e acreditar e em breve irá morrer.
- Em breve? Mas como em breve?
A vida é muito curta para ficar pairando o desnecessário. Gostamos de perder tempo com o nada, querendo tudo.
Somos egoístas de nós mesmos!
É bom ser velho, quando ainda novo!
O pensamento maduro conforta às mentes mais desesperadas em busca de um conhecimento, em busca de algo que lhe conforte. O pensar, hoje, é algo para poucos, para os mais loucos, para os mais fora do padrão da sociedade capitalista!
Hoje, o que importa não é a morte, e sim o dinheiro, o consumismo, eu quero, eu compro, eu isso, eu aquilo.
- Mas...
Não há mais e nem menos! Simplesmente é assim, somos sujeitos de vontades, de desejos, de muitos quereres e poucas iniciativas...
Gostamos muito de esperar pelo amanhã.
- Ah, amanhã eu faço isso...
Será?!
Retorno a dizer, o amanhã é tarde para fazer o que já deveria estar fazendo.
A morte não irá estacionar seu belo transporte, sentar na poltrona enorme dela e esperar você fazer o que, anteriormente, sempre quis fazer.
O tempo é curto, a estrada é longa e a viagem é uma só.
Viva o agora, seja feliz agora, isso é o que importa.
Quanto ao amanhã, poderemos não mais estar aqui para presenciar um “amanhã.”

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

A Cama


“Fecho os olhos, imagino meu corpo entrelaçado à você.
Seu desejo me fascina, minha vontade me fascina!
Não suporto ficar sem você um só dia.
Adoraria a todo momento estar presente de você.
A cada dispersamento é um pouco de minhas lascividades que chamam por você.

Um dia, 24 horas, uma noite são minutos quando com você estou.
Aquele momento, aquele local, aquela hora, o mesmo desejo – você!
Te quero, te desejo.

Ah como é bom estar junto a você, onde dos melhores prazer posso desfrutar.
Naquela superfície, tudo, pode e deve ser explorado.
Ainda que sejam por minutos;
A cama é um grande palco, onde os prazeres podem ser explorados de formas diferentes.” 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Variações da Verdade e da Inverdade

Verdade... A verdade, para muitos, é algo que gostam de te-la como aquilo que chamo de "Dogma de Fé". Acredita-se que é aquilo e de nada se contesta a respeito. 
Para que fica claro de antemão, este dogma de fé de nada tem a ver com a religião. 
O conceito de verdade é algo que pode ser intitulado por "Teses de Defesa". Assim como no Mestrado ou Doutorado o docente tem que defender o tema pelo qual ele buscou fundamentos durante determinado período e pelo qual foi orientado. Pois bem, estas teses em muitas das vezes são muito acompanhadas de um discurso com grande veemência em sua apresentação para com outrem. A todo momento esta deve ser contestada por algum argumento, pois não se deve ter um pensamento científico com um simples argumento de linguagem sem uma devida provação daquilo pelo qual é dito. 
Este ceticismo com as teses de defesa, são apenas questões lógicas para se chegar a uma devida conclusão de que o que é apresentado é algo relevante e que faz um sentido notório.
A variação entre Verdade e Inverdade, intitularei de "Jogo de Linguagem." É o cruzamento entre a verdade, propriamente dita, com a inverdade ou vice-versa. 
O jogo de linguagem é como um "meio-fio" de uma opinião, ainda, não totalmente formada sobre determinado assunto. É como hoje chamam de "ficar em cima do muro."
Este conceito de verdade deve ser levado em conta aquele que melhor se assemelha com a realidade que é tratada no momento, pois ter um discurso longo e belo e por fim tratar como verdade algo completamente oposto do que foi dito anteriormente, claramente que não é uma verdade; porém também não será uma mentira, será apenas uma inverdade. 
A Inverdade é a contestação de uma ideia com argumentação fraca ou até mesmo chula, dependendo de sua revelação diante de um determinado tema ou assunto. 
A fraqueza de argumentos durante o jogo de linguagem, pode ser levado em conta - de forma radicalista - como uma inverdade por não ter bases que à fundamente como uma possível tese. Sendo assim logo nas primeiras objeções cai por terra que não tem fundamentos de verdade e sim pequenas "palpitações" opiniosas. 
Conclusão final. 
O duro dos jogos de linguagem é que as palavras tornam-se maus e esses maus são as palavras. E o mau de todas as palavras é entrarem em retroação à elas mesmas.