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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Harper’s Island: O Mistério da Ilha


Um grupo de amigos e familiares passam uma semana na Ilha de Harper, para o casamento de Henry Dunn e Trish Wellington. Onde sete anos antes, um serial killer, chamado John Wakefield matou seis pessoas.

            Abby Mills, perdeu a mãe entre os que foram mortos pelo Wakefield. Pouco depois de os convidados estarem bem acomodados no hotel da ilha, estranhas coisas começam a acontecer. Pessoas começam a desaparecer.

            A série conta com apenas uma temporada e é composta por 13 episódios que nos prende com muito suspense e mistério.

            O pai de Abby, o xerife Charlie Mills, diz ter matado o suposto John Wakefield. Mas ao longo da trama algumas evidências começam a surgir e leva os personagens a crer que ele pode ter matado a pessoa errada. Ou que talvez haja um possível seguidor do Wakefield.

            Abby nunca se esqueceu dos motivos que a fizeram ir embora da ilha e com isso a trágica imagem das mortes permanecem vivas em sua memória. Quando retornou a ilha para o casamento de seus amigos, as lembranças retornaram com mais força.

            Tudo com uma boa história; o casamento, despedida de solteiro, um pouco de farra, romance, drama. A série conta com um pouco de tudo, não é apenas morte, sangue para todos os lados, tripas e um desfecho qualquer. Tudo foi bem elaborado e nos prende do início ao fim.


            Direção: A série conta com um time diretores de séries muito conhecidas; Scott Peters (O Exterminador do Futuro – Crônicas de Sarah Connor), Guy Norman, (Fastlande – Vivendo no Limite), James Whitmore Jr. (Quantico), Jon Turteltaub (A Última Viagem a Vegas), Rick Bota (Hellraiser 8 – O Mundo do Inferno), Sanford Bookstaver (Bones), Seith Mann (The Walkind Dead), Steve Boyum (Sobrenatural), Steve Gomer (Everwood – Uma Segunda Chance), Craig Baxley (Kingdom Hospital, Rose Red – A Casa Adormecida). 

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Resenha: Cell (Celular)


Celular, é um filme baseado no livro de mesmo nome escrito por Stephen King. O longa conta um apocalipse celular. As pessoas estão em um dia absolutamente normal dentro de um grande aeroporto, filas imensas e como distração mexem no celular, outras trabalham, outras comunicam-se com suas famílias e de repente começam a espumar pela boca, caem no chão e como um surto de raiva começam a correr por todos os lados se batendo nas paredes, atacando outras pessoas e emitindo um som estranho.
            É assim que Cell começa. Clay é um pai divorciado que fica desesperado quando se vê diante de um enorme desafio que é atravessar o Estado para chegar em seu filho e salvar sua vida destes “zumbis”. No meio do caminho ele conhece Tom McCourt e Alice Maxwell que juntos seguem para um bar chamado Kashwak=No-Fo. No bar são acolhidos por algumas pessoas. Mas ao longo dos avanços que fazendo viajando de uma cidade para outra, os zumbis estão ficando cada vez mais avançados deixando de precisar de torres de celular para se manterem “ativos”.
            Quando Clay chega onde era a casa de sua ex-mulher não há ninguém. Apenas uma mensagem na geladeira escrita com imãs dizendo que foram para Kashwak. Após ter feito novos amigos em uma floresta, Clay informa a Tom, Denise e ao garoto que agora os acompanha que irá sozinho para Kashwak. Tom diz ser perigoso, mas sem dar ouvidos, Clay segue seu caminho e vai para Kashwak com um caminhão de sorvetes com os freezers recheados de C4.

            O roteiro do filme foi escrito por Adam Alleca e Stephen King, a direção do longa é de Tod Williams, (diretor de Atividade Paranormal 2). 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Resenha: Novembro de 63 – Stephen King


Jake Epping é um professor de inglês numa universidade, ele após receber uma carta de um de seus alunos do supletivo fica muito comovido. Sem ter família para convidar para assistir à sua formatura, Harry Dunning, convida Jake para o evento. Após a celebração, os dois vão juntos para um pequeno food-truck chamado Gordoburguer de Al templeton.

É no pequeno restaurante de Al que tudo começa. Uma toca que leva para o ano de 1958, onde Jake tenta “construir” uma nova vida. Pouco antes de descer as escadas que dão para uma nova época, Jake recebe uma pasta com documentos de uma nova pessoa. Cartão de crédito, dinheiro, e outras coisas. A partir do momento em que descesse ele deixaria de ser Jake Epping e se tornaria George Amberson.

George Amberson vivera por 5 anos no passado. Até se encontrar “cara a cara” com o atirador que queria assassinar o presidente John F. Kennedy. Lá Amberson fez amigos, arranjou uma namorada, conquistou um carro, deu aulas, abriu portas para alunos que desejavam fazer teatro, e muitas outras coisas.
“Assustar os outros é um serviço sujo que alguém tem de fazer”

Há muitas tragédias. Há tantas reviravoltas. E há, também, muitas coisas que nos emocionam e nos provocam aquela agulhada na mente para pensarmos sobre algumas coisas – atitudes, principalmente, ou como nossa vida é tão longa e tão curta. Uma outra coisa interessante foi o King falar a respeito da teoria do efeito borboleta – aquela coisa toda sobre o bater das asas de uma borboleta.

“[...] o passado é obstinado. Ele não quer mudar”.

Em muitas partes do livro Amberson fala a respeito disso, principalmente seu medo de estar frente a frente com o tal assassino e quando for matar ele algo dar errado e tudo mudar.

O livro possui um design de capa muito atraente. A estória é envolvente e você se sente como estivesse na mesma época do personagem. O livro possui 727 páginas, um calhamaço, porém a leitura dele flui de uma maneira que nos prende até chegarmos ao final dele e ainda ficarmos questionando algumas coisas. Há, pelo início do livro, uma frase que pode caracterizar bem o que é a leitura de Novembro de 63: “Podemos ser seduzidos por uma boa história mesmo nos momentos menos oportunos”. 

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Resenha: Ao Cair da Noite – Stephen King


Ao Cair da Noite, ou Just After Sunset no inglês, é um livro de contos do Stephen King. O livro possui 13 contos que envolvem suspense, terror, mistério e fantasia. Ao final do livro, King nos conta um pouco de onde surgiu cada um destes contos. Logo no início, a introdução à obra nos cativa com o King contando um pouco sobre como foi o início de sua carreira com os cartões de crédito.
Os contos que compõe o livro são: Willa, A Corredora, O sonho de Harvey, Posto de Parada, A Bicicleta Ergométrica, As Coisas que Eles Deixaram para Trás, Tarde de Formatura, N., O gato dos Infernos, The New York Times a Preços Promocionais Imperdíveis, Mudo, Ayana, No Maior Aperto.

Willa
Este é o conto que abre o livro, um conto devagar e com muitos detalhes para se observar e muitos pontos para explorar – principalmente aos escritores, há uma gama de coisas que podem ser vasculhadas com calma e paciência. Há um outro conto com esta mesma questão, ele fica um pouco mais a frente, é o conto “The New York Times a Preços Promocionais Imperdíveis”.

A Bicicleta Ergométrica
Richard Sifiktz após se consultar com seu médico, em uma bateria de exames de rotina, é informado de que está com o colesterol alto. Preocupado com a notícia, ele compra uma bicicleta ergométrica, por indicação do dr., e logo passa a todos os dias seguir uma exaustiva rotina contra a balança. Em pouco tempo ele é tomado por algo que estava controlando ele. O conto é repleto de mistério e suspense.

As Coisas que Eles Deixaram para Trás
“Essa coisa de a percepção se reverter e nos darmos conta de que as coisas que a gente achava estar agarrando na verdade estão agarrando a gente” – PG 168.
Este é um conto em memória do que aconteceu em 11 de setembro, a frase não resume o conto, mas já nos da uma breve noção acerca do que esperar. É um conto bastante emocionante, e através dele é possível notar o quanto o acontecido chocou os americanos.

Tarde de Formatura
“Uma claridade sanguínea e amorfa engole os prédios. Por um instante, eles reaparecem, porém fantasmagóricos, como se estivessem sendo vistos através de uma lente” – PG 202.
As pessoas seguiam com suas vidas tranquilamente, como qualquer outro dia normal, até que um simples acontecimento – medonho, eu diria – interrompe o curso natural das coisas.

O Gato dos Infernos
“Se eu conseguir pegar meu berro, gatinho, o que restar das suas sete vidas vai acabar de uma vez só”. – PG275.
O Gato dos Infernos, é um conto curto onde Halston – um matador de aluguel – é contratado para matar um simples gatinho assassino. Pode parecer uma tarefa fácil, mas imagine um gato que sobreviveu a uma batida de carro, onde ele mesmo a provocou. Pois é algo nesse sentido que segue este conto.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

[Resenha] Josh Malerman - Caixa de Pássaros


“[...] é melhor enfrentar a loucura com um plano do que ficar parado e deixar que ela nos alcance aos poucos.” – Pag. 256.

O livro começa quando Malorie; mãe de um Garoto e uma Garota, está na cozinha. Temos um primeiro contato com a problemática de saber que há quatro anos ela está vivendo na mesma casa com seus filhos, porém agora se prepara para partirem. Malorie está ciente de que para partir terá de ir para um rio que fica atrás da casa onde está, mas há um pequeno problema... Ela e as crianças terão de descer os 32 quilômetros rio abaixo com os olhos vendados, pois há criaturas lá fora que ao olharem estas tornam-se violentas contra outros e a si mesmos.

As coisas começam quando Malorie descobre que está grávida, e tem a ajuda da irmã, Shannon, pra que não surte sozinha. Um curioso caso de pessoas que estavam se matando se espalhou pela internet. Mas não apenas na internet se espalhava o “surto”, espalhava-se por todo os Estados Unidos. “Relatório Rússia” ou “O problema” era como estavam chamando, na internet, o que estaria levando às pessoas a morte. Pois o que quer que houvesse lá fora sempre resultava em morte. Em um noticiário que passava televisão foi falado em “autodestruição”, “autoimolação” e até mesmo “haraquiri”, mas nada apontava o que realmente era.

Don, Tom, Jules, Felix, Cheryl e um cachorro de nome Victor foram os novos amigos de Maloire depois da triste e brutal perda da irmã. Algum tempo mais tarde Olympia se tornaria também sua amiga. Olympia ao ser acolhida pelos moradores desse acolhedor “abrigo” anuncia que está gravida, a notícia choca os moradores. Duas gravidas num mesmo lugar e em estado caótico que estavam vivendo, será que dariam conta?

“Num mundo onde não podemos abrir os olhos, uma venda não é tudo que temos para nos defender?” – Pag. 93

As mortes aconteciam de forma brutal, bastava olhar através de uma pequena fresta da janela, ou simplesmente abrir a porta que lá estava sua chance de deixar o mundo caótico e se tornar mais um cadáver. Pilhas e pilhas de cadáveres se acumulava ao tempo que as coisas foram acontecendo. A narrativa é melancólica no que tange o terror psicológico que é muito bem trabalhado.


Nesse primeiro romance de Josh Malerman, é notória a influência de Stephen King na descrição da escuridão e das criaturas que há durante toda a trama. O início deste romance me lembro o filme “O Nevoeiro” de Frank Darabont, enquanto as pessoas sofriam sem saber o que os esperavam do lado de fora do mercado.  

segunda-feira, 11 de maio de 2015

[Resenha] Manel Loureiro - O Último Passageiro


Loureiro começa nos apresentando a história do velho navio Pass of Ballaster de Tom McBride no ano de 1939, que está em alto mar e encontra o grande navio Valkirie à deriva.  Onde três de seus tripulantes entram num bote e vão em direção ao misterioso navio nazista. Durante a busca por informações que explicasse as causas daquele navio à deriva no meio do nada, os tripulantes vão caminhando até as entranhas do Valkirie quando O’Leary encontrou um bebê de poucos meses no chão sozinho.

O livro me fez lembrar o filme Poseidon de Wolfgang Petersen e em alguns momentos até o filme Fenômenos Paranormais 2 de John Poliquin, quando Manel Loureiro começa a falar que “aquela coisa deslizava simultaneamente pelo chão e pelas paredes, mesmo que isso fosse impossível.” Neste momento temos uma oportunidade de imaginar algo semelhante ao Hulk preenchendo todos os espaços do navio Valkirie.

Pouco depois somos apresentados à Kate Kilroy, que é jornalista no London New Herald. Kilroy perdeu o marido num acidente de carro e ainda estava tentando se recuperar do baque quando a diretora do London New Herald lhe encarregou de investigasse a vida de Isaac Feldman – um poderoso que estava gastando toda sua grana num navio, o Valkirie.
Ao longo do livro somos apresentados há alguns fatos interessantes e curiosos, como vozes femininas pelo navio, o vislumbre entre passado e presente, a “coisa negra” citada anteriormente, sexo com fantasma, enfim, uma gama de situações que somadas ao todo do livro nos prendem até o fim quando há o desfecho do que aconteceu e que ali estava acontecendo.


“Primeiro viu umas longas pernas bem torneadas. Depois, uma calcinha e uma camiseta manchada de sangue que cobria um torso. E, por último, cabelos louros colados em volta do rosto cheio de hematomas da sérvia, que olhava para a porta com expressão confusa.”

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

[Resenha] Annabelle

O filme trata da história que ronda por sobre a boneca Annabelle exibida no filme Invocação do Mal. Onde Mia e John Gordon terão sua primeira filha e compram de presente uma boneca e após uma seita satânica feita por um casal de moradores vizinhos um espirito demoníaco se apossa da boneca recém comprada. 

Este spin-off dirigido por John R. Leonetti, é uma obra assustadora e ótima para se assistir, (se possível veja no cinema), gritos e sustos para todo lado, até alguns dias atrás esse filme foi retirado dos cinemas da França por um mau comportamento de alguns jovens. Portanto mais um motivo para se assistir ao longa. 

Apesar do clichê de espíritos, a boneca realmente existe e fica confiscada com o demonólogo Edward e Lorraine Warren e é benzida por um padre todo mês. 

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/entretenimento/cinemas-franceses-banem-annabelle-apos-vandalismo

terça-feira, 22 de julho de 2014

[Resenha] As Terras Devastadas – A Torre Negra Vol. 3 – Stephen King

Sinopse: Com este novo título da saga épica A Torre Negra, entramos mais uma vez no reino de uma das imaginações mais poderosas de nossa época: a do escritor norte-americano Stephen King. Neste romance emocionante, Roland, o último Pistoleiro, se aproxima ainda mais da Torre Negra de seus sonhos e pesadelos - atravessando um deserto amaldiçoado em um mundo macabro que é uma imagem distorcida do nosso próprio mundo.
Junto com Roland estão dois daqueles que ele levou consigo para esse universo: o ex-viciado nova-iorquino Eddie Dean e Susannah, nova identidade da mulher que combina em um mesmo corpo duas personalidades distintas. À sua frente estão as extraordinárias revelações sobre quem ele é e o que o motiva em sua busca. E contra ele se perfila uma legião cada vez mais numerosa de inimigos, humanos ou não.
À medida que o ritmo da ação e aventura, da descoberta e do perigo se acelera cada vez mais, o leitor é irremediavelmente absorvido por um drama espetacular, ao mesmo tempo assustador como um pesadelo... E estranhamente familiar. As Terras Devastadas é uma história magnifica, mais um testemunho do imenso talento de Stephen King.

Neste terceiro volume da longuíssima caminhada do pistoleiro Roland, Eddie Dean, e de Susannah, há muita aventura e suspense pela frente... Desde a composição de chaves até a travessia de antigas pontes.

O grupo continua sua longa jornada na busca pela Torre Negra que desde que o mundo seguiu a diante Roland, também, fez o mesmo; o trio ternura segue cansativamente pelos morros e colinas, conhecem novos povos, mas quem muito sofre com o ocorrido, muito, anteriormente é Roland sentindo sua mente dividida em 2 após a morte do menino Jake. (Surpreendentemente há algo que pouco depois do inicio do livro irá prender a atenção assim como o prego segura a madeira).

“Não confie nas lágrimas em seus olhos – dizem que os crocodilos também choram.”

Algumas palavras que são importantes se recordarem durante a leitura:
Ká – Destino; Ka-Tet -  Um grupo de pessoas unidas pelo destino; Khef – Proximidade e partilha de mentes; Char – Morte.  

Nesta etapa da jornada, Eddie está mais “maduro”, fazendo assim Roland ter lembranças de seu treinador em outros tempos – Cuthbert

“a esperança é uma grande coisa, [...], mas não espere tanto a ponto de perder de vista esta única certeza.”

Neste volume, digamos que lá pela metade do livro, (não me lembro exatamente), começam a surgir adivinhações. Roland explica a respeito de como elas eram significativamente importantes e não motivo de brincadeiras ou chacotas.

- O que é o que é, se deita na cama, fica em pé no leito, primeiro branco, depois rubro? Quanto mais gordo fica mais a velha gosta?

- Quando é que uma porta não é uma porta?

- Junta nossas conversas, junta nossas diversões e participa de todos os jogos. O Que é o que é?

- O que é o que é melhor que todos os deuses e pior do que o Velho Pé Fendido?

“A roda de ka gira e o mundo segue adiante”

Confesso que em muitos momentos do livro fiz longas pausas para N motivos, como a escrita de um novo conto, a leitura de outro livro – notas de um velho safado –, então com isso acabei levando um tempo a mais pra concluir a leitura dele. E agora que venha o Mago e Vidro o quarto volume da saga A Torre Negra.


“– Ouvimos falar de muita coisa, pistoleiro, e só sabemos muito pouco.”

sábado, 5 de julho de 2014

[Resenha] Perseguição – A Estrada da Morte

Sinopse: As férias de verão têm início e apenas uma idéia ronda a mente de Lewis Thomas: partir com a garota dos seus sonhos, Venna, em uma viagem de carro pelos Estados Unidos. Mas seus planos são alterados quando ele é obrigado a salvar Fuller, seu irmão mais velho, que é conhecido por sempre causar problemas. Em uma de suas brincadeiras Fuller acaba envolvendo um motorista de caminhão solitário, que decide se vingar dele e de todas as pessoas que estiverem juntas de qualquer maneira.

Perseguição (2001) on IMDb

 “Perseguição – a estrada da morte” é o primeiro filme de uma trilogia de suspense, sendo este primeiro dirigido por John Dahl. Conta à história dos jovens Lewis Thomas (Paul Walker) e seu irmão Fuller (Steve Zahn), que partem na estrada rumo ao encontro com Venna (Leelee Sobieski), uma bonita amiga de Lewis.

Mas durante a jornada de longa estrada, os irmãos decidem fazer uma “pequena” brincadeira com um rádio comunicador amador, fingindo ser o que não são, o que os levam a se deparem com uma situação ao qual nunca imaginariam estar vivendo.

O filme em muitos momentos te deixa aflito com as situações, te deixa preso ao sofá com a atenção voltada toda para a tela. Curiosamente o filme em Portugal saiu com o nome “Não brinque com estranhos”, o que se botarmos no prisma da história do filme é a mais pura realidade. Não sabemos do que as pessoas que não conhecemos, ou até mesmo as que conhecemos, são capazes de fazer. Esse filme lembra muito “A morte pede carona” do diretor Robert Harmon. 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

[Resenha] O Pacto

Sinopse: Wiil, leva uma vida pacifica até o dia em que sua esposa é atacada brutalmente por um desconhecido. Em seguida um estranho aparece oferecendo a Will um plano de vingança com a condição de que o serviço seja retribuído em outra ocasião. O que Will não desconfia é que logo ele será cobrado para pagar a dívida cometendo um crime também! Agora o jogo virou e Will fará de tudo para proteger sua esposa e desmascarar uma organização secreta que envolve figuras poderosas da sociedade.

O Pacto (2011) on IMDb

O filme conta a história de Will Gerard, um professor do colegial, interpretado por Nicolas Cage, que leva a uma vida amorosa tranquila com sua esposa Laura, interpretada por January Jones, até que um incidente interrompe o romance do casal, dando início a trama emocionante de O Pacto.

Simon, é um assassino que possui em suas "mangas" artimanhas para pessoas serem assassinadas. Wiil estando numa situação embaraçosa após o ocorrido com sua esposa se viu de alguma forma "indefeso" com o que poderia ser apenas mais um caso policial sem solução. Will resolve aceitar a proposta de Simon, porém algum tempo depois lhe é cobrado pela ajuda prestada quando ele muito precisou. Eis que começa uma busca alucinada por seu pescoço. 

O filme me lembrou de um outro filme chamado A Rocha, também com o Nicolas Cage, onde o Stanley Goodspeed, papel interpretado por Nicolas Cage, passa um trecho do filme em caçada do pelas ruas, da cidade que não me lembro no momento, em busca de Manson, interpretado por Sean Connery, até irem para a prisão de Alcatraz impedirem o lançamento de armas químicas. 

O Pacto conta com a direção de Roger Donaldson, num trecho do filme é citado o filósofo Edmund Burke, o grupo de assassinos que pertence a Simon, segue a ideologia de Burke baseado no livro "Investigação Filosófica  Sobre a Origem de Nossas Ideias do Sublime e do Belo."

quarta-feira, 18 de junho de 2014

[Resenha] O Pistoleiro - A Torre Negra Vol. 1 - Stephen King

Sinopse: “O homem de preto fugia pelo deserto e o pistoleiro ia atrás.” Assim começa a história de Roland de Gilead, o último pistoleiro, condenado a vagar por um mundo pós-apocalíptico em busca da lendária Torre Negra, lugar mítico que controla todo o tempo e todo o espaço.
Roland é o protagonista deste primeiro dos sete volumes de A Torre Negra, obra mais ambiciosa do cultuado escritor norte-americano Stephen King. Inédita no Brasil, a série foi descrita por seu autor como “o mais longo romance popular de todos os tempos”.
O Pistoleiro acompanha Roland em sua incansável perseguição ao enigmático homem de preto na paisagem desértica, quase atemporal, de um mundo arruinado. Alcançar sua misteriosa nêmesis é apenas o primeiro passo em sua jornada rumo à Torre Negra, onde Roland espera que a rápida destruição de seu mundo possa ser interrompida, ou até mesmo revertida.
Enquanto o pistoleiro vai aos poucos descobrindo o que lhe reserva seu ka – seu destino -, o leitor é arrebatado por este romance ao mesmo tempo realista e visionário, porta de entrada para um universo fantástico que cultiva uma legião de fãs ao redor do mundo.

Para quem nunca chegou a ler uma obra do célebre autor Stephen King, ele é conhecido pelos seus livros que inspiraram grandes filmes, tais como o suspense O Iluminado, It – Uma Obra Prima do Medo, A Espera de Um Milagre, Carrie – A Estranha, Christine, Um Sonho de Liberdade, entre outros títulos. A Torre Negra é uma das maiores obras feitas por King, levou algo em torno de 30 e poucos anos. Resultando nesta belíssima obra que é A Torre Negra. 

"O Pistoleiro" é o primeiro livro da série de uma longa jornada dividida em 8 livros escritos por King inspirado no poema escrito por Robert Browning “Childe Roland à Torre Negra Chegou” do século XIX.
“O homem de preto fugia pelo deserto e o pistoleiro ia atrás.”; é com está frase que  a obra  inicia a história do último pistoleiro Roland de Gilead, o homem que “seguiu em frente” e que agora esta em busca da Torre Negra.

Roland segue sua busca atrás do rastro de Walter, o Homem de Preto, em busca de respostas para suas duvidas. Mas o Homem de Preto, não é o principal objetivo de Roland. Walter é apenas uma das muitas etapas em que Roland irá ter de enfrentar em sua longa jornada pela Torre Negra.

“O tempo é o ladrão da memória.”

“Empreste-me suas asas, pássaro. Vou abri-las e voar sobre as correntes de ar quente.” 

A caçada de Roland nos aprisiona em sua história, causando em certos momentos desconforto pelo desfecho que demora em determinados momentos (futuramente vocês entenderão o porquê digo isto). 

Obs: Em meados de 2012 o oitavo livro da saga foi lançado, sendo este intitulado de "O vento pela fechadura: Uma história de A Torre Negra." 

quarta-feira, 7 de maio de 2014

[Resenha] Horror em Amityville

Sinopse: Em 13 de novembro de 1974 a polícia do condado de Sufolk recebeu uma chamada telefônica que a levou ao endereço 112 Ocean Avenue, Amityville, Long Island. Dentro da casa a polícia encontrou um crime brutal: o assassinato de uma família inteira enquanto dormia. Poucos dias depois, Ronald Defeo Jr. admitiu que usou um rifle para matar os pais e seus 4 irmãos, alegando ter ouvido vozes que vinham de dentro da casa e que o influenciaram a cometer os crimes. Um ano depois George e Kathy Lutz se mudam com os filhos para a antiga casa dos Defeo. Não demora muito para que estranhos eventos comecem a acontecer, afetando a vida da família e indicando que uma presença maligna está oculta na casa.


Horror Em Amityville (2005) on IMDb



Baseado em uma história real escrita por Jay Anson, horror em amityville, conta a história do casal George e Kathy Lutz, que estão em busca de uma casa para se abrigarem e poderem curtir a família juntos em sua própria moradia. Eis que se deparam com uma enorme casa com um preço cabível ao que podem pagar, a então casa mal assombrada de Amityville em Long Island. 

Após se mudarem para a casa, George e Kathy decidem deixar a casa como está sem fazer muitas alterações mantendo o visual e deixando para trás o assassinato que lá havia ocorrido. Ao correr dos dias os Lutz notaram que sua pequena filha Chelsea, conversava e brincava "aparentemente" sozinha. Sendo este apenas um dos episódios de outros de aparecem ao decorrer do filme, bem como quando George ouve vozes pela casa. 

O filme é um remake de 2005 dirigido por Andrew Douglas, o primeiro filme foi lançado em 1979, apenas 2 anos depois do lançamento do livro de Jay Anson. 


Li o livro há algum, muito, tempo atrás e a história te prendo do inicio ao fim, te causa bons arrepios e o suspense te deixa focado o tempo todo. É um livro curto mas a história é ótima, são apenas 193 páginas.
Como dito anteriormente que o filme se baseia no livro, o livro tem bem mais história que o filme, há muito no livro que foi deixado de lado do filme e que é de grande importância. 

terça-feira, 29 de abril de 2014

Resenha - Sob a Redoma

Sinopse: Era um dia como outro qualquer na cidade de Chester's Mill, no Maine. Subitamente, a cidade é isolada do resto do mundo por um campo de força invisível. Aviões explodem quando tentam atravessa-lo e pessoas trabalhando em cidades vizinhas são separadas de suas famílias. Ninguém consegue entender o que é está barreira, de onde ela veio e quando - ou se - ela irá desaparecer. 

Mas essa não é a unica preocupação dos habitantes. O isolamento expõe os medos e as ambições de cada um, até os sentimentos mais reprimidos. Assim, enquanto correm contra o pouco tempo que têm para descobrir a origem da redoma e uma forma de desfazê-la, ainda terão de combater a crueldade humana em sua forma mais primitiva. Sob a redoma é um thriller arrebatador e uma inquietante reflexão sobre nossa própria potencialidade para o bem e para o mal.


A leitura de Sob a Redoma foi uma grande aventura, quase um desafio até mesmo pelo tamanho do livro. Foram 3 longos meses de leitura (ta certo que fazia longas pausas rs), mas enfim terminou o calhamaço de suspense, terror e drama durante a leitura, e claro a ansiedade para as grandes questões, eles saem vivos? todos morrem? o que causou isto... 

Obviamente há muito mistério o livro todo, muitas vezes pausas nas melhores partes :(  , mas há muito o que se refletir sobre o que é vivido pelos personagens, a história é longa e você se cansa tanto quanto eles rs. 

Em alguns momentos há algumas indas e vindas entre personagens, o que te deixa intrigado com o que está acontecendo na cidade, te cria expectativas, as ideias vão flutuando na mente tentando raciocinar o que pode ou não estar por vir. Contar muito sobre o livro apenas entrega ao leitor spoilers, o que para esse livro contar os spoilers perde, ou nao, a graça e curiosidade na leitura.

Durante a leitura fiz umas anotações das quais achei interessante: 

- A estupidez dos parceiros torna a vida mais simples. (Pg. 132);

- As mulheres compram coisas em liquidação pela mesma razão que os homens escalam montanhas: porque estão lá. (Pg. 160);

- A sinceridade seria o caminho mais curto para a confiança. (Pg. 224);

- Arrependimento pelo erro era melhor do que nada, mas nenhuma tristeza depois do fato poderia reparar a alegria sentida na destruição. (Pg. 950).

Para a leitura do livro, me apropriei de algumas trilhas para acompanhar, são elas:

Eminem - Desperation (Feat. Jamie N Commons)
Timbaland - Birthday
Justin Timberlake - My love (Feat. T.I)
Eminem - Rhyme or Reason 
Eminem - Survival 
Eminem - Rap God 
Elvis Presley - Trouble/ Guitar-man 
Linkin Park - No More Sorrow 
Linkin Park - In Pieces 
Martinho da Vila - Mulheres 
Martinho da Vila - Cama e Mesa

quarta-feira, 9 de abril de 2014

[Resenha] Filme - Fenômenos Paranormais 2

Sinopse: Determinados a comprovar a teoria de que os acontecimentos do primeiro filme foram reais, uma equipe de cinegrafistas amadores vai até o assombrado hospital psiquiátrico abandonado de Colligwood, onde desapareceu a equipe de filmagens do reality Show "Grave Encounters". Porém, ao entrar no prédio, descobrem da pior forma que entidades malignas ainda residem no local. Agora, precisaram usar os conhecimentos que têm do filme original para tentarem sobreviver.

Grave Encounters 2 (2012) on IMDb

Tenho uma grande queda pelos filmes de suspense, terror, ação, alguns poucos de comédia e pouquíssimos no gênero do romantismo, mas decidi hoje me aventurar a escrever sobre alguns dos filmes que assisto, a bola da vez sobrou para este terror/suspense do diretor John Poliquin.

O filme é baseado num estudante de cinema que fica obcecado pelo que houve no filme anterior (filme no qual eu não assisti rs), uma série de acontecimentos macabros num hospital psiquiátrico, um verdadeiro massacre.

Curioso com os tais acontecimentos, Alex Wright reúne seus amigos e debatem que os acontecimentos do filme são reais, até que Alex decide procurar o produtor Jerry Hartfield, filme para esclarecimentos, com uma câmera escondida grava tudo o que Jerry diz... Alex novamente reúne seus amigos e as câmeras e partem para uma grande aventura no hospital onde foi o cenário do filme para comprovar os acontecimentos reais do massacre que houve.

Em particular observação achei ele um filme com poucos sustos e muito longo, como citei acima, não vi o primeiro filme... Em algumas situações achei o filme parecido com o “A Casa da Colina” (um grande clássico), esperava bem mais deste filme, minha nota para ele é 5.